Quero apresentar a atividade desenvolvida no Curso Presencial do MGME como subsídio.
Grupo: 05 Pedro, Noemi , Valquiria e Lidia
Curso: MGME
Local: Sud Menucci – Piracicaba
Data: 09/05/13
Público-alvo: EF – Ciclo II - 6º anoTexto: Avestruz , Mário Prata
Primeira Atividade – Análise Textual
Antes da Leitura
Na Aula Anterior você irá propor uma pesquisa sobre o autor Mario Prata;
No dia seguinte:
a) Conversar sobre a pesquisa anterior
b) Sondagem: a partir da pesquisa sobre o autor e o título do texto, questionar os alunos sobre suas hipóteses: Para quem é esse texto? Sobre o que ele fala? Qual é o espaço onde ocorre? Que tipo de texto é esse? Científico, Narrativo?
Utilizar o texto Avestruz de Mário Prata
Grupo: 05 Pedro, Noemi , Valquiria e Lidia
Curso: MGME
Local: Sud Menucci – Piracicaba
Data: 09/05/13
Público-alvo: EF – Ciclo II - 6º anoTexto: Avestruz , Mário Prata
Primeira Atividade – Análise Textual
Antes da Leitura
Na Aula Anterior você irá propor uma pesquisa sobre o autor Mario Prata;
No dia seguinte:
a) Conversar sobre a pesquisa anterior
b) Sondagem: a partir da pesquisa sobre o autor e o título do texto, questionar os alunos sobre suas hipóteses: Para quem é esse texto? Sobre o que ele fala? Qual é o espaço onde ocorre? Que tipo de texto é esse? Científico, Narrativo?
Utilizar o texto Avestruz de Mário Prata
O filho de uma grande amiga pediu, de presente pelos seus dez anos, uma avestruz. Cismou, fazer o quê? Moram em um apartamento em Higienópolis, São Paulo. E ela me mandou um e-mail dizendo que a culpa era minha. Sim, porque foi aqui ao lado de casa, em Floripa, que o menino conheceu as avestruzes. Tem uma plantação, digo, criação deles. Aquilo impressionou o garoto.
Culpado, fui até o local saber se eles vendiam filhotes de avestruzes. E se entregavam em domicílio.
E fiquei a observar a ave. Se é que podemos chamar aquilo de ave. A avestruz foi um erro da natureza, minha amiga. Na hora de criar a avestruz, deus devia estar muito cansado e cometeu alguns erros. Deve ter criado primeiro o corpo, que se assemelha, em tamanho, a um boi. Sabe quanto pesa uma avestruz? Entre 100 e 160 quilos, fui logo avisando a minha amiga. E a altura pode chegar a quase três metros. 2,7 para ser mais exato.
Fazer uma Leitura compartilhada.
Depois da leitura
6) Como o narrador descreve a avestruz? Compare com o resultado de sua pesquisa. Em relação ao Homem e a outros animais, qual a sua proporção?
A seguir se fará a troca de cadernos, dando uma devolutiva: correção e comentário (oral e/ou escrito). Poderá explorar outras linguagens...
Solicitar aos estudantes que apresentem uma imagem criada por eles, sobre o texto. Pode ser uma cena ou uma figura daquilo que mais lhes chamou a atenção. Depois de terminada essa atividade, o aluno deve fazer uma breve apresentação sobre a sua criação para o restante da sala. Pode ser feito um varal com as imagens.
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Quá! Quá! Quá! Quá Quá!
Quá! Quá! Quá! Quá Quá!
Quá! Quá! Quá! Quá Quá!
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Oferecer a letra da música depois de ter retirado algumas palavras. Os alunos deverão preencher as lacunas do texto ouvindo a música: compreensão auditiva.
Discutindo a música: Como é o pato? Qual a sua relação com os outros animais? Será que todos os que são “desengonçados” merecem a panela?
Relacionar com o texto – Avestruz. Onde os textos se cruzam? São sobre aves? Desengonçadas? Despropositadas? Você já se sentiu assim? Conte sua experiência. Você já se relacionou com pessoas assim? Como foi? Como você se sentiu? É preciso mudar esse jeito ou podemos continuar assim?
Reconte essa história no gênero “História em Quadrinho”. Em dupla, folha sulfite e lembrando das características do gênero: não se esqueça de utilizar onomatopéias, interjeições, balões variados...
Trocar, entre as duplas, as HQs e fazer breves comentários sobre os textos (no verso das folhas, com assinatura).
Reescrita: a partir das sugestões dadas pelos colegas e professor, realizar as alterações necessárias no texto.
Professor Pedro Duracenko
Mas eu estava falando da sua criação por deus. Colocou um pescoço que não tem absolutamente nada a ver com o corpo. Não devia mais ter estoque de asas no paraíso, então colocou asas atrofiadas. Talvez até sabiamente para evitar que saíssem voando em bandos por aí assustando as demais aves normais.
Outra coisa que faltou foram dedos para os pés. Colocou apenas dois dedos em cada pé.
Sacanagem, Senhor!
Depois olhou para sua obra e não sabia se era uma ave ou um camelo. Tanto é que logo depois, Adão, dando os nomes a tudo que via pela frente, olhou para aquele ser meio abominável e disse:
Struthio camelus australis. Que é o nome oficial da coisa. Acho que o struthio deve ser aquele pescoço fino em forma de salsicha.
Pois um animal daquele tamanho deveria botar ovos proporcionais ao seu corpo. Outro erro. É grande, mas nem tanto. E me explicava o criador que elas vivem até os setenta anos e se reproduzem plenamente até os quarenta, entrando depois na menopausa, não têm, portanto, TPM. Uma avestruz com TPM é perigosíssima!
Podem gerar de dez a trinta crias por ano, expliquei ao garoto, filho da minha amiga. Pois ele ficou mais animado ainda, imaginando aquele bando de avestruzes correndo pela sala do apartamento.
Ele insiste, quer que eu leve uma avestruz para ele de avião, no domingo. Não sabia mais o que fazer.
Foi quando descobri que elas comem o que encontram pela frente, inclusive pedaços de ferro e madeiras. Joguinhos eletrônicos, por exemplo. máquina digital de fotografia, times inteiros de futebol de botão e, principalmente, chuteiras. E, se descuidar, um mouse de vez em quando cai bem.
Parece que convenci o garoto. Me telefonou e disse que troca o avestruz por cinco gaivotas e um urubu.
Pedi para a minha amiga levar o garoto num psicólogo. Afinal, tenho mais o que fazer do que ser gigolô de avestruz.
PRATA, Mário. Avestruz. 5ª série/ 6º ano vol. 2
Durante a Leitura
Fazer uma Leitura compartilhada.
Depois o vocabulário: os próprios estudantes buscarão no dicionário os termos desconhecidos.
A seguir, com o auxílio da sala de informática, buscar informações complementares sobre:
a) A ave e seu habitat (natural ou não);
b) Os locais que aparecem no texto: São Paulo, Higienópolis e Florianópolis (Floripa).
c) Comparar o boi, mencionado no texto, com o avestruz;
d) Aproximar à realidade dos estudantes, as unidades de massa e altura do avestruz mencionadas no texto.
e) Comparar a altura do apartamento à da ave.
f) Verificação das hipóteses – oralmente, verificando as anotações no quadro.
Depois da leitura
6) Como o narrador descreve a avestruz? Compare com o resultado de sua pesquisa. Em relação ao Homem e a outros animais, qual a sua proporção?
7) Qual é a opinião do narrador sobre essa ave? O que o levou a descrevê-la dessa forma? Qual é a sua intenção?
8) Ele convence o garoto a desistir do presente? Como você percebeu isso no texto?
9) Como é a linguagem do texto? É de difícil compreensão? Comente algum trecho.
A seguir se fará a troca de cadernos, dando uma devolutiva: correção e comentário (oral e/ou escrito). Poderá explorar outras linguagens...
Solicitar aos estudantes que apresentem uma imagem criada por eles, sobre o texto. Pode ser uma cena ou uma figura daquilo que mais lhes chamou a atenção. Depois de terminada essa atividade, o aluno deve fazer uma breve apresentação sobre a sua criação para o restante da sala. Pode ser feito um varal com as imagens.
Utilizar a Música: O pato – Vinicius de Moraes
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Quá! Quá! Quá! Quá Quá!
Quá! Quá! Quá! Quá Quá!
Quá! Quá! Quá! Quá Quá!
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Oferecer a letra da música depois de ter retirado algumas palavras. Os alunos deverão preencher as lacunas do texto ouvindo a música: compreensão auditiva.
Discutindo a música: Como é o pato? Qual a sua relação com os outros animais? Será que todos os que são “desengonçados” merecem a panela?
Relacionar com o texto – Avestruz. Onde os textos se cruzam? São sobre aves? Desengonçadas? Despropositadas? Você já se sentiu assim? Conte sua experiência. Você já se relacionou com pessoas assim? Como foi? Como você se sentiu? É preciso mudar esse jeito ou podemos continuar assim?
Reconte essa história no gênero “História em Quadrinho”. Em dupla, folha sulfite e lembrando das características do gênero: não se esqueça de utilizar onomatopéias, interjeições, balões variados...
Trocar, entre as duplas, as HQs e fazer breves comentários sobre os textos (no verso das folhas, com assinatura).
Reescrita: a partir das sugestões dadas pelos colegas e professor, realizar as alterações necessárias no texto.
Professor Pedro Duracenko



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